A timidez na lentidão do tempo que passa numa tranqüilidade tênue, quase invisível aos nossos olhos, pouco apressados, alguns até mesmo paralisados pela maravilha da vida na sua perfeita exibição.
A afluência da eternidade germinada pela terra se espalha naturalmente seguindo seu curso ritmado pela natureza e tempo. E como a essência de um perfume aspirado desperta quem o sentir, a arte nos desperta a vida.
A nossa energia dissipada no ar e ao íntimo dos pensamentos sentidos, manifestados ou não, faz resplandecer uma geração iluminada pela consciência eternista movida pelo amor à natureza viva.
A vida não finda no tempo nem se resume nas formas visíveis. A vida está eternescida no espaço e na “infinitude” de tudo; indefinida na criação e traduzida pela expressão de Deus, difundida em tudo, até mesmo no vazio do nada, como maravilha da existência. A compreensão da vida no seu ciclo eterno nos proporciona uma reflexão direta em respeito aos nossos cumprimentos quantos seres pertencentes e responsáveis ao nosso estado natural de vida; como elementos importantes para seu equilíbrio. A perpetuação, os estágios da evolução, o paradoxo da eternidade e da vida, se fundem numa paralela em que somente o tempo pode revelar as certezas das dúvidas de agora. O alcance da razão e da sabedoria é a todos permitido, porém somente os que se esforçam conseguem alcançá-las.
A mente tem o poder limitado enquanto se limita ao não exercício do descobrir, inventar, imaginar, aprender e reaprender o novo, o velho, na teoria e na prática das coisas, revivendo o mundo... vida. A grandeza da imaginação não compreende a uma definição de Deus em sua totalidade; pois o infinito e a eternidade se fundem numa mesma linha que nos define em criação. A natureza da condição humana é consumir para viver e não viver para serem consumidos, representando assim a sua importância elementar no processo da existência eterna e infinita da vida no planeta Terra.
Por: Civaldo Rodrigues
A afluência da eternidade germinada pela terra se espalha naturalmente seguindo seu curso ritmado pela natureza e tempo. E como a essência de um perfume aspirado desperta quem o sentir, a arte nos desperta a vida.
A nossa energia dissipada no ar e ao íntimo dos pensamentos sentidos, manifestados ou não, faz resplandecer uma geração iluminada pela consciência eternista movida pelo amor à natureza viva.
A vida não finda no tempo nem se resume nas formas visíveis. A vida está eternescida no espaço e na “infinitude” de tudo; indefinida na criação e traduzida pela expressão de Deus, difundida em tudo, até mesmo no vazio do nada, como maravilha da existência. A compreensão da vida no seu ciclo eterno nos proporciona uma reflexão direta em respeito aos nossos cumprimentos quantos seres pertencentes e responsáveis ao nosso estado natural de vida; como elementos importantes para seu equilíbrio. A perpetuação, os estágios da evolução, o paradoxo da eternidade e da vida, se fundem numa paralela em que somente o tempo pode revelar as certezas das dúvidas de agora. O alcance da razão e da sabedoria é a todos permitido, porém somente os que se esforçam conseguem alcançá-las.
A mente tem o poder limitado enquanto se limita ao não exercício do descobrir, inventar, imaginar, aprender e reaprender o novo, o velho, na teoria e na prática das coisas, revivendo o mundo... vida. A grandeza da imaginação não compreende a uma definição de Deus em sua totalidade; pois o infinito e a eternidade se fundem numa mesma linha que nos define em criação. A natureza da condição humana é consumir para viver e não viver para serem consumidos, representando assim a sua importância elementar no processo da existência eterna e infinita da vida no planeta Terra.
Por: Civaldo Rodrigues
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