Sou neto de filha de bravo índio,
Das margens de um rio em Parintins,
Que cultiva a fé cristã e afins,
Como a cruz que achou seu remédio.
Sou neto de filha de português,
Que nas raízes a fé encontrou,
Pra espantar qualquer tipo de grou
Através dos banhos de todo o mês.
Fui criado, ao seu tempo, por elas,
Em etapas, desde quando nasci.
A das forças de fogueiras e velas
Ao sagrado azeite, que eu vi
Que o mundo começa nas janelas,
Mas se expande além, aprendi.
por Rafael Pregador Arguelles
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