Não! Aos demônios do fogo que
sobre as cinzas no chão da floresta ferida, semeiam o lucro da poluição.
Não! Aos que
correm perdidos sem terem ao próximo amor ou compaixão, a procurarem no tempo o
encontro do não!
Fazemos da
vida a nossa razão; pelo homem que morre, mas uma semente no chão, da terra, o
jardim eterno da transformação.
Não! A
podridão dos Vermes que destroem a Terra; pela ambição do poder sem qualquer
decisão.
Não! Ao
desespero humano, que na asfixia do calor do fogo ver perecer a geração.
Não! As
trincheiras do medo, que nos limitam pela imposição, sobre a ameaça da fome, da
forca da corrupção.
Não! Ao
progresso do deserto, da devastação, que sobre o argumento:
Desconforta-nos
o NÃO!
Por Civaldo Rodrigues
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